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Aneurisma

O aneurisma é uma dilatação anormal e permanente da parede de uma artéria, que pode ocorrer em diferentes regiões do corpo. Muitas vezes não causa sintomas e é identificado durante exames de rotina ou investigações por outros motivos. Dependendo de sua localização e características, pode apresentar risco de formação de coágulos, obstrução da circulação ou ruptura.

O diagnóstico e o acompanhamento são realizados por meio de avaliação médica e exames de imagem, como ultrassonografia com Doppler, angiotomografia ou angiorressonância. O tratamento é individualizado e pode incluir acompanhamento clínico, cirurgia convencional ou procedimentos endovasculares, de acordo com o tipo e as características de cada aneurisma.

Como o aneurisma é diagnosticado?

Como muitos aneurismas não provocam sintomas, o diagnóstico frequentemente ocorre durante exames de imagem realizados por outros motivos. A avaliação pode incluir ultrassonografia com Doppler, tomografia, angiotomografia ou ressonância, de acordo com a região examinada e as características de cada caso.

Esses exames permitem identificar a localização e as características do aneurisma, avaliar sua evolução e fornecer informações importantes para definir a melhor estratégia de tratamento. Quando uma intervenção é indicada, exames de imagem detalhados também auxiliam no planejamento do procedimento.

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Patologias

O aneurisma da artéria esplênica é uma dilatação anormal da artéria que leva sangue ao baço. Muitas vezes não provoca sintomas e pode ser descoberto incidentalmente durante exames de imagem realizados por outros motivos.

Por que precisa de atenção?

Embora muitos casos permaneçam assintomáticos, alguns aneurismas podem crescer e apresentar risco de ruptura. Esse risco varia conforme características como tamanho, localização e condições clínicas do paciente. Por isso, uma avaliação especializada é importante para determinar a melhor conduta.

Como pode ser tratado?

O tratamento depende das características do aneurisma e do estado clínico do paciente. Quando há indicação de intervenção, as técnicas endovasculares são frequentemente utilizadas, podendo envolver a embolização do aneurisma ou a implantação de uma endoprótese. Em situações específicas, a cirurgia convencional pode ser necessária.

A escolha da técnica busca excluir o aneurisma da circulação e, quando possível, preservar o fluxo sanguíneo adequado para o baço e demais estruturas envolvidas.

O aneurisma de aorta abdominal é uma dilatação da aorta, a maior artéria do corpo, em seu segmento localizado no abdômen. Geralmente se desenvolve de forma silenciosa e pode ser identificado em exames de imagem realizados durante avaliações de rotina ou na investigação de outras condições.

Por que precisa de atenção?

O principal risco está relacionado ao crescimento progressivo do aneurisma e à possibilidade de ruptura da parede da aorta. A ruptura provoca uma hemorragia interna grave e representa uma situação de emergência. O risco de complicações é avaliado considerando fatores como tamanho, crescimento, localização e características do aneurisma.

Como pode ser tratado?

A conduta depende das características do aneurisma e das condições clínicas de cada paciente. Em casos de menor risco, pode ser indicado acompanhamento periódico por exames de imagem e controle dos fatores de risco cardiovascular. Quando o tratamento é necessário, pode ser realizado por cirurgia convencional ou por técnica endovascular, com a implantação de uma endoprótese dentro da aorta para excluir o aneurisma da circulação.

A escolha da técnica é individualizada e considera a anatomia do aneurisma, as condições de saúde e o risco cirúrgico de cada paciente.

O aneurisma de ilíaca é uma dilatação anormal de uma das artérias ilíacas, localizadas na região da pelve. Essas artérias são responsáveis por conduzir o sangue da aorta para os membros inferiores e para estruturas da região pélvica.

Pode ocorrer isoladamente ou associado a um aneurisma de aorta abdominal. Em muitos casos, não provoca sintomas e é descoberto durante exames de imagem.

Por que precisa de atenção?

O aneurisma pode aumentar progressivamente e, dependendo de suas características, apresentar risco de ruptura, formação de coágulos ou compressão de estruturas próximas. A avaliação periódica permite acompanhar sua evolução e determinar o momento adequado para uma eventual intervenção.

Como pode ser tratado?

Quando o tratamento é indicado, uma das principais opções é a abordagem endovascular, realizada por meio de cateteres e dispositivos introduzidos pelas artérias, como endopróteses específicas para excluir o aneurisma da circulação.

Em alguns casos, a cirurgia convencional pode ser necessária. A escolha do tratamento depende da localização e extensão do aneurisma, da anatomia dos vasos e das condições clínicas de cada paciente.

O aneurisma de poplítea é uma dilatação anormal da artéria localizada na região posterior do joelho. É o aneurisma periférico mais comum e, em muitos casos, não provoca sintomas no momento do diagnóstico.

Por que precisa de atenção?

Mesmo sem sintomas, o aneurisma pode favorecer a formação de coágulos dentro da artéria. Esses coágulos podem se deslocar e obstruir a circulação da perna e do pé, provocando dor, falta de circulação e, nos casos mais graves, risco de perda do membro. Por isso, o diagnóstico e o acompanhamento adequado são importantes.

Como pode ser tratado?

O tratamento é definido de acordo com o tamanho e as características do aneurisma, a presença de sintomas, a circulação do membro e as condições clínicas do paciente. Dependendo do caso, pode ser indicado acompanhamento ou intervenção para prevenir complicações.

Quando o tratamento é necessário, pode ser realizado por cirurgia convencional, com desvio do fluxo sanguíneo por meio de uma ponte, ou por técnica endovascular, utilizando uma endoprótese para excluir o aneurisma da circulação. A escolha depende da anatomia e das características individuais de cada paciente.

O aneurisma renal é uma dilatação anormal da artéria que leva sangue aos rins. É uma condição relativamente incomum e, muitas vezes, não provoca sintomas, sendo identificada durante exames de imagem realizados por outros motivos.

Por que precisa de atenção?

A importância do aneurisma renal está relacionada ao risco de crescimento, ruptura e alterações no fluxo sanguíneo para o rim. A avaliação individual é fundamental para determinar o risco e definir se o aneurisma deve ser acompanhado ou tratado.

Como pode ser tratado?

A conduta depende do tamanho, localização e formato do aneurisma, além das características e condições clínicas do paciente. Quando o tratamento é indicado, técnicas endovasculares podem ser utilizadas para excluir o aneurisma da circulação, incluindo embolização ou colocação de uma endoprótese. Em situações específicas, a cirurgia convencional também pode ser indicada.

O objetivo do tratamento é eliminar o risco relacionado ao aneurisma e, sempre que possível, preservar o fluxo sanguíneo para o rim.